25/06/2009

mimimi

todo mundo fechou os blogs a leitores convidados. vou fechar o meu e só vou me convidar. u.u

a uma grande pessoa:

mandei por e-mail. Mas, não sei se vai ler. Como já leu meu blog, espero profundamene que volte e leia. Eu preciso dizer isso.

___

[...]

tu não sabe como me doeu e ainda me dói ler este e-mail. Eu não sei se tu vai ler este e-mail algum dia, mas respondo para aliviar a minha dor com palavras que eu preciso te dizer. Demorei até agora, porque só então consegui fazer isso. Fiquei buscando as melhores palavras, porque são as que tu merece. Mas, como só encontro as minhas, espero que te ajudem.

em primeiro lugar, eu quero que tu tenha a consciência de que tu, muito mais do que qualquer pessoa na face dessa terra, não merece estar passando por isso. E que saiba também que tu não fez nada de errado. Foi um ciclo de coincidências muito infelizes, e a maneira como teu pai descobriu foi a pior possível. A reação também... E tu não merece passar, tu és muito, mas MUITO especial, pra ter que aguentar uma situação como essa. Eu sempre tive essa consciência, desde que a gente se conheceu. E por isso continuamos conversando, e tudo se desenvolveu da melhor forma possível. Eu, mesmo sem nunca ter olhado no fundo do teu olho, sempre soube que poderia confiar em ti para o que fosse (meu critério pra confiar em alguém é conseguir olhar no fundo do olho e sentir a pessoa). Não sei porque, mas algo me dizia isso, e eu resolvi confiar nesse algo. Eu sempre soube, então, que tu não eras uma pessoa qualquer, dessas que a gente passa pela rua, cumprimenta e depois vai embora. Tu faz coisas boas, tu age de uma maneira correta e muito de longe merece qualquer sofrimento que tu já tenha passado. Te preocupas e ajuda os outros.

Eu quero que tu esteja de bem com o teu coração, e sempre fique de bem com ele. Porque ele é a única coisa que vai te acompanhar pelo resto da vida. E, quando tu tiver em paz com ele, começa a confiar em tudo o que ele te diz, e não aceita nenhum sofrimento nessa vida. E sabe, foi um segredo que eu descobri (e que tu ajudou muito, indiretamente), e (por isso) compartilho: a gente tem duas opções nessa vida: pensar "mimimi que bosta" ou "que bosta hahaha". Me entende? Tem situações que a gente não consegue mudar e que, mesmo quando for a maior merda de tudo, a gente tem que tentar rir e se divertir pra não enlouquecer. Minha solução anda sendo colocar fones de ouvido e sair dançando pela casa. Eu faço piada de mim mesmo, eu rio da vida. E isso não significa que minha vida ande uma maravilha, é só uma nova forma de conseguir olhar pra ela. Entender o que nos compete entender, e aceitar o resto. Tentando tirar a melhor coisa de tudo. Porque, no final, tudo tem um propósito. Seja a maior merda do mundo, tenta sempre tirar o melhor de tudo isso. E aprender. No futuro, só as coisas boas vão sobrar na nossa mente. Todas as coisas na vida tem causa e consequência em nós mesmos, e apenas em nós. Em nós, no nosso coração. Somos a nossa única companhia e o nosso único melhor amigo dessa vida, então temos que nos permitir ser felizes. Ficar triste e pensando "mimimi que bosta" não adianta, porque tu vai acabar sempre pensando em mais coisas ruins e vai demorar bem mais a achar um jeito de te livrar dessa situação. Ser triste ou feliz é opção nossa. Acredita, eu posso te provar, eu sou prova. A solução dessa vida é tentar ser feliz por nós mesmos. E é por isso que te digo, quase como um grito e a única ordem que vou te dar: BUSCA A TUA FELICIDADE. E é a única e última coisa que vou te pedir para o resto da vida. Te liberta, te ama, te permita!

P., tu és especial. E eu nunca conseguirei te agradecer em palavras ou gestos o quanto tu és importante na minha vida, e o quanto eu sou grato a ti. Hoje em dia, por não te conhecer, eu te considero um anjo. Um sinal da vida. Tu apareceste no momento em que eu estava mais perdido e foste como uma seta, indicando "você pode ir por aqui". E nessa mesma placa onde se encontrava a seta, havia um rabisco, un grafitti de mi interior, que dizia "nem tudo está perdido". Muito seriamente eu posso dividir minha vida em antes e depois de te conhecer. Foste um marco, um anjo, uma das melhores coisas que já aconteceram em minha vida. Porque depois de ti, muita coisa em mim mudou. Tu não sabe como eu sinto pelo que não aconteceu. E o que não aconteceu? Eu não ter te conhecido. Me bastava. Saber que tu era real. E agora, depois de tudo, eu tenho cada vez maior em mim, a certeza de que tu realmente és um anjo. E eu espero que todo o bem que tu fez para a minha vida seja recompensado e multiplicado por 7 na tua. E que tenhas a consciência de que tudo isso é uma fase, tudo vai passar, tudo vai melhorar. Porque tu MERECE DEMAIS, simplesmente pelo bem gigantesco que tu me fez. E quando tu disseste que esperava que eu te esquecesse, só posso te dizer: taí uma tarefa impossível.

E eu posso dizer, com a maior certeza do mundo, que eu te amo. Mesmo, de verdade, profundamente e com intensidade. Quando eu te citei elliott smith, meu maior desejo era de que não acontecesse. Cito, novamente: "never gonna know you now, but i'm gonna love you anyhow". Te digo, p.: vou te amar incondicionalmente pelo resto da minha vida. E a dedicatória que te prometi no meu livro, bem como a cópia com o autógrafo #01 vai ser tua. Não mais o amor naquele sentido que eu pretendia inicialmente. O amor mais puro e incondicional que a gente consegue sentir por alguém, e que é o mesmo que a gente sente pelos nossos pais. Caso eu realmente escreva o livro, e na época do lançamento eu ainda não tenha te conhecido, eu vou deixar a referida cópia dentro de uma caixa verde, apenas com um "p." escrito em um canto, dentro da terceira estante à direita, seguindo o primeiro corredor de quem entra, da biblioteca pública de curitiba.

Gostaria, como maior desejo no momento, de que isso não fosse um adeus. Ou gostaria, em algum dia na vida, ter a certeza de que tu está bem e que conseguiu alcançar a maior felicidade na tua vida, independente de qual seja. Gostaria de te encontrar e/ou saber que tu tá bem, independente do sentido que tome essa vida (e eu sei, eu tenho a certeza, de que tu vai ficar e vai ser feliz conseguindo MUITO). E saber que tu existe. Vou pedir a todas as coisas que regem este mundo que te dêem o de melhor. E espero, de ti mesmo, que tu busque o melhor. Porque se tu não buscar, nada vai acontecer. A vida nos dá uns chacoalhões as vezes, nos joga na cara muita coisa, mas a única coisa que ela realmente quer é que a gente reaja e consiga tirar o melhor de tudo.

Repito, com certeza: tudo vai melhorar. E tu merece tudo de bom. Busca, por favor!

E repito, com maior certeza ainda: eu te amo. Como já amei poucas pessoas.


beijo grande, e muita calma pro teu coração,
diego w.

20/06/2009

eu acabo de tomar a decisão mais difícil da minha vida.

indiferente se vai ser bom ou ruim de aqui para a frente, eu sei que no fim, no fim, tudo vai se ajeitar.

15/06/2009

viva la vida

Oi, meu nome é Diego. Eu não me perco em Curitiba, mas me perco dentro de um shopping. Fiquei hoooras caminhando de um lado pro outro do infeliz do shopping pra conseguir achar a praça de alimentação. O engraçado é que eu já tinha ido no referido e a praça foi a primeira coisa que eu cruzei. Shoppings em Curitiba são meio esquizofrênicos e resolvem mudar as coisas de lugar de um dia para o outro. Bom, devo ter sido motivo de diversão pros seguranças, que me viram, cada um, passar na frente deles no mínimo 3x. Fui motivo de diversão pra eu mesmo, aliás, por causa disso. Se os shoppings não são esquizofrênicos, eu que sou muito monga. Ok, deve ser a segunda opção.

Oi, meu nome é Diego. Eu confundo bob's com burger king. Talvez por causa de todas as voltas desbaratinadas dentro do shopping, fiquei meia hora olhando o cardápio do bob's e pensando "que dê-lhe o whooper?". Quando sentei na mesa, olhei pra placa do burger king à minha frente e entendi tudo. A vida demora, mas faz sentido. hehe.

Oi, meu nome é Diego. E eu gosto de quem vive a vida com a intensidade que ela merece. Quem fica pensando demais e com medo de seguir perde tudo. Quando tu te joga com intensidade pra vida, ela se joga de volta com o mesmo brilho e intensidade pra ti. Comprei minha passagem pra cwb em um impulso. Lembro de como foi. Fiquei em casa por uns 15 minutos contando o dinheiro pra ver se ia ser suficiente. O tempo foi se esgotando, tinha que decidir. Aí gritei bem alto "foda-se", comecei a rir e comprei as passagens. O foda-se melhor aplicado da vida. No outro dia acordei pensando "bah, não acredito que fiz isso! e agora?". Bom, né. Agora eu tinha que ir. Arriscado. Sair pra uma cidade onde tu não conhece nada. Nem ninguém. Mas que na real tu sempre quis conhecer. E sabe, as coisas não saem exatamente dentro do planejado e isso que é massa. Porque outras coisas bem mais legais acontecem nesses desvios dos planejamentos. Pessoas perdem muito tempo nos "what if". Bora se arriscar que ninguém tem nada a perder. Aliás, nesse pensamento de quem não tem nada a perder, vim, vi e vivi. Tudo isso que vivi aqui e que parece muito mais de uma semana, foi um dos períodos mais legais de toda a minha vida. Eu poderia ficar trancado no hotel pensando coisas ruins sobre os desvios do caminho. Pensando em coisas ruins. Pensando em "não quero ir embora". Vou embora amanhã, então vou viver o máximo que puder nessas horas que me faltam. Amanhã eu me preocupo com o resto. Ou não me preocupo. Preocupações e pensamentos ruins só atraem mais preocupações e pensamentos ruins. Pra que viver disso, né? Bora se arriscar sem medo de ser feliz. Não tou pregando viver uma vida de irresponsabilidades e de "foda-se a tudo". Mas, viver não faz mal a ninguém.

Oi, meu nome é Diego e eu amo Curitiba. É como se fosse um déja-vu constante andar pelas ruas dessa cidade. Tamanha a familiaridade nas ruas, nos prédios, nos olhares.

Oi, meu nome é Diego e eu não tenho mais medo.

Oi, meu nome é Diego. E a vida é massa.

13/06/2009

feels like home

É incrível a sensação de feels like home que eu tenho caminhando por essa cidade. Ou andando de ônibus por qualquer um dos bairros que eu já conheci. Todos os que parei, olhava os morros, as casas, o visual. Tudo me parece um pouco familiar. Hoje fiquei pensando um monte nisso, na verdade um pensamento que vem desde ontem.

Curitiba, a quem não sabe, é a minha primeira ideia de "cidade" (aquelas ideias que a gente constrói quando criança, sabem?). Tinha um porta-retrato "Lembrança de Curitiba" na parede da cozinha, que meu pai tinha ganho da madrinha dele que morava aqui na época. E eu ficava olhando pra ele, quase todos os dias. E também vinham imagens na tv, não sei se por alguma novela ou pelo que, mas sempre apareciam o relógio das flores e o jardim botânico. Ficou na minha memória, certamente. Quando eu entrei no Jardim Botânico fiquei com olhos cheios de lágrimas. E não deu vontade de sair mais de lá. Do todo, o lugar é incrível mesmo.

Enfim.

Ontem eu saí daqui e fui pro hotel pelos motivos que eu bem citei no post anterior. Me deitei um pouco e deu preguiça de sair. Mas ah, eu já estava há um bom tempo sem fazer nada de noite, porque eu ia pro hotel com medo de caminhar pela cidade porque achava que sei lá, poderia ser perigoso. Não que não seja, mas não é taaaanto também. Tudo bem que eu saí cedo, mas vá. E ficar mais uma noite naquele cubículo que se chama "quarto 403" ia ser meio deprimente. E era sexta. Tudo bem que eu não faço isso em Pelotas. Mas era o largo da ordem, daí. O larrrrrgo. hehe

Saí de casa, jantei e fui pra lá. A ideia era de voltar pro Schwarzwald mas, tava cheio. Aí fiquei em um bar que tinha do lado, maior e com muitas mesas na rua. A vontade de conversar com alguém era tanta que eu fiquei uma meia hora falando com um hippie velhinho montevideano que veio me oferecer a artesania dele. Foi tri, ele conhecia Pelotas e tudo mais. hehe. Disse pra eu voltar e falar com qualquer um de lá "conhece o Lula?" e reforçava com "não esquece, é igual ao nome do presidente". Aliás, quando ele disse "yo soy Lula", achei que iriamos travar uma discussão sobre política. But ok, ele saiu e eu continuei lá. Aí fui chamado pra uma mesa. Ora vejam só. Fiquei amigo de curitibanos de verdade. Quem conhece a cidade poderia dizer que isso é uma proeza, porque né, fechadões e tal. Mas sabe, nem noto. Acho educados, quietos, ninguém grita na rua. E aí foi, noites no largo. Curti. Talvez volte. Vi falar sobre o fato de "sempre acontece alguma coisa digna de história no largo", e pá, certamente acontece.

Hoje dormi um pouco demais. Aí fui conhecer os lugares que ainda faltavam, dos desejados, o MON e o ópera de arame. E almocei em um restaurante mexicano lá perto do MON, que eu tinha catado na internet. Comi por 3 gerações e sobrou muita comida. No almoço eles só servem o "rodízio de pratos mexicanos", que na verdade eles depositam toda a espécie de comida que se originou no méxico em cima da tua mesa e tu tem que comer. Tirei fotos, e foram necessárias 3 para que coubessem todos os pratos. E tudo foi apimentado, incluindo o preço. heh. Mas valeu a pena.

Agora voltei ao centro. Não aguento mais ouvir nordestinês. Nunca peguem o ônibus de turismo em feriadões quando vierem pra cá. Além de lotado, se perde HORROOOOOORES de tempo nas filas, se ouve muito sotaque da dita região e se vê muita gente com gorro, luvas e 3 casacos quando tu bem poderia aguentar aquilo só de camisinha de manga. O ônibus na volta tava muito lotado. Minha coluna vertebral pediu demissão por justa causa.

Então tá, feras.

(só dá eu rindo sozinho na lan rause).

12/06/2009

e aí, fera, beleza, daí?

haha

o sotaque curitibano, ao menos o das pessoas com quem eu falei até agora, é uma mistura de bozena com mano do interior. Com uns 3 goles de leitE quentE.

Hoje de manhã acordei meio blé, por algumas coisas que não sairam dentro do planejado, e por estar há alguns dias sem trocar palavras com ninguém presencialmente, apenas poucas. O quarto do hotel não ajuda muito também hahaha. Aí peguei o mp3, ouvi algumas músicas e comecei a dançar na cama. Aí me levantei e comecei a dançar pelo quarto todo. E comecei a rir, e aí passou tudo. Olhei pro quarto, não é lá graaande coisa né. Pelo preço que tou pagando, tendo um chuveiro quente, uma cama confortável dentro dos padrões mínimos de confortabilidade e sendo limpo (tá, o mofo no teto do banheiro não conta mas shhh) nos padrões mínimos de limpeza, tá ok. Aí eu olhei pro quarto e comecei a rir, e a pensar "puta, que merda hein hahaha". E ok, quem me conhece, e quem não me conhece, que saibam que eu não ligo a mínima pra super luxos. Podendo dormir tá ok. Quem se preocupa muito com essas coisas esquece de cuidar de outras, tipo o espírito, ou o bem estar do ser. E eu me sinto bem. Muito bem. Eu rio de tudo. De demorarem a me atender no bar quando tou sozinho (sei lá se pensam que eu tou esperando alguém), ou de não ter com quem rir da pessoa que tá na mesa da frente fazendo coisas que são dignas de uma bela gargalhada. Sabe, eu não me importo. Eu sou feliz assim. Posso caminhar a tarde inteira e ficar meia hora escondido na marquise por causa das 4 estações em um dia curitibano só. Eu rio, sabe. Acho graça das coisas que a maioria das pessoas se preocuparia, ficaria ressabiada, como bem diria vovó. I'm the best friend of myself.
Aí fiquei dançando e quando vi, a água que eu tinha comprado ontem (na imersão à vida curitibana: vá ao supermercado, faça coisas de morador de uma cidade - voltarei a isso mais tarde, se me lembrar) estava cheia de bolhinhas, sendo que quando eu tava deitado ela estava normal. Significa muita coisa, e a giu e a nisia vão entender. Então eu tava acompanhado dançando. E fiquei feliz, tomei banho e comecei o dia.

Uma das maiores lições de vida foi aprender a usar o elevador titanic style do hotel. Sabe aqueles "sobe - desce"? Pois é, já sei guiar um. Se tudo der errado, viro ascensorista. Aprendi na marra, aliás, porque o cara da recepção que fica de noite tem preguiça de levar os hóspedes aos seus respectivos andares. Faz assim: entra, fecha a grade de fora, fecha a grade de dentro e mexe na alavanca, até o outro lado (o sobe). Ai ele sobe. Quando tu quer parar (aí é na sorte, já que os andares tão escritos errado nos entre-andares)dá um puxão na porta do elevador, mas tem que ter passado um pouco do andar, porque se não, a grade de fora não abre. Ontem eu fui umas 3 vezes do 3º pro 4º andar (o meu) pra conseguir fazer com que a grade do andar abrisse, sem obter sucesso. Aí eu parei no terceiro, forcei a fechadura e consegui abrir. Subi o resto pela escadaria e mandei o elevador pra baixo. Da próxima vez, eu consegui! Weeee!

Mas pra descer de noite, tem que ir pelas escadas, porque o cara da recepção se recusa a subir no elevador. Sério. haha.

Aí hoje eu iria no Ópera de Arame, com o ônibus da linha turismo, e já aproveitaria os tíquetes restantes pra ir no museu do olho espetado amanhã. Tive uma idéia GENIAL de ir pegar na parada do Guaíra. 2 ônibus passaram completamente abarrotados e não entrou ninguém. Aí tive a segunda idéia GENIAL do dia. Ir pra praça tiradentes, o início da linha. A fila quase fazia volta na praça. Aí desisti e fiquei caminhando pela cidade como se fosse um curitibano nativo. Foi legal. E nem me perdi nenhuma vez, já posso fazer caminhos alternativos e sempre me acho no final. Vamos ver né, se poderei falar isso terça-feira.

Não é um grande texto sobre novidades. Só umas coisas que tou pensando agora, enquanto tou DOIDO pra ir no banheiro depois dos 3 chopps no Schwarzwald, um bar alemão no largo da ordem, que me lembrou as festas que eu ia até meus.. 10 anos (a dos amigos dos meus pais, pelas músicas e tal).

Vi vários casais de namorados hoje, claro. Muitos buquês de rosas ambulantes. O casal que mais me tocou foi o de araras, no passeio público. Tirei fotos. Um tava coçando a cabeça do outro com o bico, um amor, não é mesmo, minha gente?

Tou amando demais essa cidade. Tou pensando em trocar minha passagem de volta por 5 balas 7 belo e uma vaca holandesa (já em fase de produzir leite, pra garantir um sustento inicial). Vou embora porque a vontade de ir no toalétchi tá muito grande e eu tou com vontade de rir por causa disso.

Sim, eu rio de tudo. Dane-se!

24/05/2009

a anita é minha conexão com o mundo real e eu amo ela de um tanto que é quase indescritível.

aí, na bosta, a gente ri horrores dos pacotes de emoticons do msn. oi, simples assim.

momentaneamente, segue o que eu quero escrito na minha lápide:

"Aqui jaz Diego Windmöller.

Se fodeu pela última vez hein? hehe".

13/05/2009

toma uno.

Todas las mañanas su alma y él
se despiertan para continuar
esta vida que a veces no es tan fiel
que te saca de más.

Con sus ojos grises ve el café
y como un lente filma otra vez
la escena de pasión que espera con dolor,
la del crimen del amor.

En su alma carga el arte
y el deseo de salir
la inmensa filosofía
que es tan sabia y es tan ruin
esta vida que te armaste,
la elegiste porque si?
son tus miedos, son tus penas los que no te dejan vivir?

Todo gira y todo crece más
esta vida cambia y lo sabés
quizás estés mejor, quizás estés peor
es la ley de seguir.

Si la suerte no te ayuda,
si el milagro se perdió,
si la lluvia no te moja y este sol no te quemó,

No te mires con tristeza
no te caigas por favor
saca la melancolía, saca todo ese temor,
que tu alma tiene arte
y el deseo de salir
inmensas filosofías
que me ayudaron a mi
encendé los reflectores
que comiencen a rodar
toma 1, esta es la vida
toma 1, son los días,
son los sueños de un soñador.


[Inmigrantes - toma 1]

09/05/2009

eu tenho vista para os melhores pores-do-sol (is it correct?) da cidade. Tando a leste quanto a oeste. O dia que sair, vou sentir falta disso.